
As sanções que os Estados Unidos impuseram à Rússia, em razão do conflito com a Ucrânia, podem colocar em risco a cooperação espacial entre os dois países. Atualmente, há dois cosmonautas russos e um astronauta europeu vivendo e trabalhando a bordo do posto avançado em órbita. O segmento russo não pode funcionar sem a eletricidade do lado americano, e o lado americano não pode funcionar sem os sistemas de propulsão que estão do lado russo. Como seria esse divórcio? O que pode acontecer se essa relação for comprometida? O que o mundo perde com o rompimento dessa relação? Essas são algumas das perguntas que vamos responder neste episódio num bate-papo com Rafael Gigena Cuenca, coordenador do curso de Engenharia Aeroespacial da UFSC, e com Annibal Hetem Junior, professor de Astronomia e Astrofísica da UFABC.