Cresce no mundo uma ideia de que as pessoas devam trabalhar apenas “o suficiente”, eliminado exageros que visam o acúmulo de riquezas. Apesar do nome, o “antitrabalho” não propõe que ele deixe de existir, e sim que seja feito de outra forma, com melhores condições e buscando um equilíbrio entre a vida pessoal e a profissional. O conceito não chega a ser novo, mas ganhou força, foi suavizado e ampliado durante a pandemia. O motivo foi a diferença escancarada entre trabalhadores “essenciais” e “de escritório”, pois só esses últimos puderam fazer home office, enquanto os outros se expunham ao vírus. Além disso, estar em casa despertou o gosto por horários flexíveis, e a tecnologia mostrou ser possível trabalhar de outras maneiras. Nos EUA, onde o movimento tem mais força, ele impacta principalmente a base da pirâmide. No Brasil, por outro lado, observa-se uma grande movimentação entre profissionais mais qualificados em busca de melhores condições. Como é a sua relação com o trabalho? Você acha que poderia trabalhar menos ou pelo menos trabalhar de uma maneira mais saudável e produtiva? Venha saber mais sobre esse e outros assuntos aqui, na 106ª edição do JORNAL DA LIVE, a melhor experiência jornalística da rede: participe com os seus comentários! Esses são os assuntos dessa edição: - Movimento “antitrabalho” propõe trabalhar apenas “o suficiente” e equilibrar vida pessoal e profissional - Trabalho híbrido deixa equipes mais exaustas que trabalho só remoto ou só presencial - Presidente do BC diz que vazamentos no Pix acontecerão “com alguma frequência” - Estudo sugere que mudanças na alimentação podem acrescentar até 13 anos de vida - “Notícia bizarra”: autoridades da Nova Zelândia usam “Macarena” para dissipar atos antivacina