O Brasil vive uma polarização política como nunca aconteceu em sua história. Grupos antagônicos se agridem continuamente, arrastando a sociedade para uma situação que beira o insustentável, provocando prejuízos às pessoas e ao país. Mas o verdadeiro tamanho desse racha social pode ser bem menor que o imaginado. Uma pesquisa publicada recentemente pelo Instituto Locomotiva indica que 18% dos brasileiros alinham-se à extrema-direita, enquanto outros 13% se posicionam à extrema-esquerda. Bem mais que esses, 36% dos eleitores não se identificam com qualquer grupo político e outros 22% se declaram de centro. Em outras palavras, quem elegerá o próximo presidente rejeita a polarização barulhenta das redes e das ruas, preferindo buscar uma posição mais equilibrada e conciliatória. Suas preocupações estão com coisas mais práticas do cotidiano, como o desemprego e os preços dos combustíveis e do supermercado. Mas se é assim, por que os extremos ainda atraem uma quantidade considerável de brasileiros e por que eles são tão barulhentos? O que perdemos como isso? Como exercitar melhor a democracia na política e em nosso cotidiano? Venha saber mais sobre esse e outros assuntos aqui, na 111ª edição do JORNAL DA LIVE, a melhor experiência jornalística da rede: participe com os seus comentários! Esses são os assuntos dessa edição: - Pesquisa mostra que Brasil é menos polarizado politicamente que o imaginado, apesar do barulho - Empresas ainda podem exigir máscaras de seus funcionários, mas não de clientes - Semana de trabalho de quatro dias começa a ganhar força em empresas brasileiras - Especialistas sugerem que a adolescência agora dura até os 24 anos de idade - “Notícia bizarra”: Virgin Galactic abre venda de passagens para dar uma volta no espaço