Analistas de mercado preveem a campanha eleitoral mais suja da história brasileira nesse ano. As práticas aperfeiçoadas nos dois últimos pleitos, com disseminação em massa de notícias falsas e uma eficiente subversão da verdade, devem decidir quem serão nossos próximos governantes. O projeto de lei 2.630, conhecido como “Lei das Fake News” poderia ser um excelente aliado no combate a esse câncer social. Já aprovado no Senado, ele deve ser votado agora na Câmara dos Deputados. O presidente da casa, Arthur Lira, tentou votar o texto em regime de urgência, mas a tropa de choque do governo derrubou a ideia na quarta. Entretanto, a lei não é perfeita. Ela falha no básico: definir de forma inequívoca o que é uma notícia falsa. Além disso, um parágrafo, incluído por pressão de deputados governistas, praticamente dá um salvo-conduto para que parlamentares continuem publicando “fake news”. A sociedade precisa entender e se posicionar sobre esse tema! Por isso, neste 7 de abril, Dia do Jornalista, debatemos vários assuntos influenciados pela busca pela verdade e pela liberdade de expressão (tão usurpada como escudo para diversos crimes), e como isso impacta decisivamente a vida de todos nós. Participe aqui da 113ª edição do JORNAL DA LIVE, a melhor experiência jornalística da rede: deixe seus comentários! Esses são os assuntos dessa edição: - Boas intenções movem a “Lei das Fake News”, mas ela falha ao proteger políticos nesse crime - Elon Musk se torna maior acionista do Twitter e mercado teme interferência em suas políticas - Anvisa sugere manter proibição de “vapes” no Brasil; Suíça proíbe publicidade de cigarro - Receita Federal facilita o preenchimento do Imposto de Renda, mas dificulta sonegação “Notícia bizarra”: “olhar fofo” de cachorros vem da evolução de como se comunicam com humanos