Um fenômeno bem conhecido nos Estados Unidos e em alguns países da Europa começa a ganhar força também no Brasil: as “universidades corporativas”. Elas são escolas criadas por empresas para suprir sua necessidade de mão de obra qualificada, oferecendo cursos técnicos, de graduação e pós-graduação, muitos deles gratuitos. Para quem que está querendo conseguir um bom emprego, isso pode ajudar muito! Essas iniciativas resultam de uma peculiaridade do mercado de trabalho brasileiro. De um lado, o IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística) aponta uma taxa de desemprego no país de 11,1%, representando 11,9 milhões de pessoas. Além disso, o órgão estima em 4,6 milhões os desalentados, aqueles que desistiram de procurar emprego. Ao mesmo tempo, empresas se digladiam para conseguir funcionários qualificados, ficando com vagas abertas por falta de candidatos. Isso acontece, pelo menos em parte, porque as faculdades não conseguem formar profissionais na quantidade e na qualidade necessária para as empresas. O acesso ao ensino superior também ficou mais difícil nos últimos anos. O que falta para esses brasileiros se recolocarem profissionalmente? Por que as faculdades não conseguem suprir a demanda do mercado? Como você vê a iniciativa de empresas ocuparem esse espaço? E o que você acha de voltar a estudar a essa altura da vida? Gostaria de mudar de carreira? Venha saber mais sobre esse e outros assuntos aqui, na 122ª edição do JORNAL DA LIVE, a melhor experiência jornalística da rede: participe com os seus comentários! Além desse assunto, na “notícia bizarra” dessa edição, vamos falar sobre os 230 anos do dinheiro mais famoso do mundo: o dólar. Você sabia que existem notas de US$ 10 mil e moedas de dólar com inscrições em braile?