Artigos, palestras, debates, pesquisas consolidaram, nos últimos anos, o conceito de que as pessoas devem buscar um trabalho que esteja em linha com seu propósito, usando sua profissão como trampolim para seus valores pessoais. Esse seria o caminho para a felicidade! E, de fato, vemos muita gente que se dispõe até a ganhar menos para trabalhar dessa forma. Muitas empresas, por sua vez, buscam atrair talentos com essa promessa. Mas será que essa é a única maneira de ser feliz com o trabalho? Não dá para “só ganhar dinheiro” com a profissão, para “aproveitar a vida” fora do mundo corporativo? Para a maioria das pessoas, a segunda opção é muito mais provável que a primeira. São poucos os que conseguem conciliar seu trabalho com seu propósito, e o encaram apenas como seu “ganha-pão”. Não há nada de errado com qualquer uma das duas visões. Apenas não podemos valorizar aquela com que concordamos e desprezar a outra. O mundo profissional passa por uma forte transformação. O trabalho híbrido, por exemplo, que emergiu com força da pandemia, hoje coloca profissionais –que desejam mais dias de trabalho em casa– em rota de colisão com as empresas –que querem que seus funcionários voltem ao escritório. E há ainda o movimento por menos horas de trabalho na semana. É possível ter um trabalho em que vivamos nosso propósito, ou isso é apenas um ideal? Por outro lado, “trabalhar pelo dinheiro” pode ser positivo? E qual a “medida ideal” do trabalho híbrido? Venha saber mais sobre esse e outros assuntos aqui, na 136ª edição do JORNAL DA LIVE, a melhor experiência jornalística da rede: participe com os seus comentários! Além desse assunto, na “notícia bizarra” dessa edição, vamos falar sobre uma inusitada corrida de “carros sem motor” que aconteceu em uma ladeira de Ribeirão Preto, nesse domingo. Não bastava ser mais rápido: o estilo também valia muito! E o vencedor foi um carro em formato de “pão de queijo recheado”. De onde veio a ideia para uma prova assim? E quem participa dela?