Todo mundo tem pelo menos uma história em que foi desrespeitado (para dizer o mínimo) por alguma empresa. Algumas delas são velhas conhecidas nessa prática. Infelizmente isso parece fazer parte da cultura nacional, em que marcas não se preocupam com isso, e os clientes –nós–aceitamos tudo como algo normal. Mas não é! Essa prática é péssima para todos. Empresas acham que, assim, levam alguma vantagem, mas no final acabam vendendo menos e perdendo consumidores. A Black Friday desse ano foi um bom exemplo disso. Ela decepcionou clientes, que praticamente não acharam descontos, e os varejistas, que venderam muito abaixo do esperado. E o principal motivo, segundo pesquisa do Reclame Aqui, foi que 49% das pessoas não acreditam mais na data. Para elas, a Black Friday brasileira não traz “promoções de verdade”. Tanto que há muitos anos, criamos o trocadilho “Black Fraude”, em que os produtos são vendidos “pela metade do dobro”. No final, ela se tornou só um nome para um dia em que todo mundo promete dar descontos em seus produtos, mas que muito pouco acontece. Acabou desacreditada, assim como as empresas. Isso vai na contramão de todas as boas práticas de experiência do cliente. Por que as empresas fazem isso? E por que aceitamos esse tratamento? O que se perde com isso? E como reverter esse processo? Venha saber mais sobre esse e outros assuntos aqui, na 142ª edição do JORNAL DA LIVE, a melhor experiência jornalística da rede: participe com os seus comentários! Além desse assunto, na “notícia bizarra” dessa edição, vamos falar sobre “Cenoura”, o nome dado a um peixinho dourado pescado recentemente na França. Só que, de “peixinho”, ele não tem nada: a criatura pesou 30,5 kg no momento de sua captura! Como um animal que normalmente habita pequenos aquários pôde chegar a esse tamanho?