Na semana passada, os brasileiros amantes da literatura ficaram de luto com a decretação da falência da Livraria Cultura. Mais que mera rede de lojas, a Cultura representava uma ilha de conhecimento em um país que tradicionalmente lê pouco, e por isso era amada por muita gente. Mas então por que ela quebrou, especialmente em um momento em que alguns concorrentes estão crescendo? Esse setor já se acostumou a justificar suas grandes dificuldades com fatores como o crescimento do livro digital, o fortalecimento do e-commerce (tendo na Amazon seu “bicho-papão”), a crise financeira e o reduzido interesse na leitura, especialmente entre os mais jovens. Tudo isso é verdade, mas impacta igualmente todos, inclusive os que agora expandem suas atividades. O melancólico fim da Cultura (e de outras livrarias) se deve a mais que isso. Nessa conta, entram decisões empresariais equivocadas, perda de foco e piora no atendimento ao cliente. Assim, cada um de nós, qualquer que seja o nosso setor de atuação, pode aprender algo com esse triste acontecimento. Quais foram as decisões erradas que os gestores da Cultura tomaram? O que podemos aprender com elas? Qual o futuro do setor de livros no Brasil e no mundo? Como resgatar um negócio que “perdeu o rumo”? Venha saber mais sobre esse e outros assuntos aqui, na 146ª edição do JORNAL DA LIVE, a melhor experiência jornalística da rede: participe com os seus comentários! Além desse assunto, na “notícia bizarra” dessa edição, vamos falar sobre a incrível história de Aston, um touro de 1,4 tonelada que “aprendeu a ser cavalo”. A despeito de seu tamanho e de sua natureza, ele é montado por sua dona, galopa e até salta obstáculos! Por que isso aconteceu? Até onde animais podem aprender habilidades e comportamentos incomuns a suas espécies?