Muitos brasileiros simplesmente não sabem como se informar adequadamente, e isso é algo que atrapalha muito seu desenvolvimento pessoal e, por extensão, toda a sociedade. Ironicamente, essa dificuldade vem do excesso de informações a que somos submetidos continuamente, algo que prosperou com a popularização dos meios digitais, em um volume que nossos cérebros não são capazes de processar. E se isso nasceu como algo positivo, pois qualquer pessoa podia manifestar suas ideias, acabou se tonando uma ferramenta de dominação de alguns grupos. Uma das maneiras mais eficientes de resolver esse é problema é a educação midiática. Trata-se de um conjunto de práticas que ensina os jovens a desenvolver uma visão crítica sobre o que a mídia –em todos seus formatos– lhes apresenta, para que sejam capazes de consumir, compreender e até produzir informação de qualidade. E a escola está no centro disso! Como funciona a educação midiática? Quem já faz isso bem e quais seus resultados? Por que precisamos aprender a consumir boa informação? Por que a escola e a família devem trabalhar juntos nisso? Como novas tecnologias podem agravar ainda mais esse problema? Venha saber mais sobre esse e outros assuntos aqui, na 147ª edição do JORNAL DA LIVE, a melhor experiência jornalística da rede: participe com os seus comentários! Além desse assunto, na “notícia bizarra” dessa edição, vamos falar sobre uma nova mania entre os americanos: preservar, como obras de arte, tatuagens retiradas de entes queridos que já morreram! Mórbido demais ou uma maneira legítima de se lembrar daqueles que partiram?