Empresas agora poderão ser obrigadas a indenizar funcionários que desenvolvam quadros de Burnout. Tudo porque, a partir de 1 de janeiro, essa síndrome, caracterizada por um esgotamento agudo por excesso de tarefas profissionais, passa a ser oficialmente considerada pela Organização Mundial da Saúde um “fenômeno ligado ao trabalho”, e não mais um problema de saúde mental ou um quadro psiquiátrico. Fadigas assim sempre existiram, mas cresceram muito nos últimos anos, ganhando os holofotes entre especialistas e a mídia. A situação ficou ainda mais dramática durante a pandemia. Agora pesquisas indicam que millenials em cargos de chefia têm mais chance de desenvolver o problema. Afinal, por que tantas pessoas estão ficando esgotadas com seu trabalho? E o que profissionais e empresas devem fazer para evitar o problema? Venha saber mais sobre esse e outros assuntos aqui, na 99ª edição do JORNAL DA LIVE, a melhor experiência jornalística da rede: participe com os seus comentários! Esses são os assuntos dessa edição: - Burnout passa a ser considerado doença do trabalho e atinge com força os millenials - Pesquisa mostra que eleitores se preocupam com Economia, influenciando presidenciáveis - Levantamento indica que pessoas extrovertidas e pensadoras têm salários mais altos - Anatel cria regra que facilitará identificar chamadas de telemarketing - “Notícia bizarra”: luta de MMA decide “antigas rixas” entre políticos no Amazonas