
Em 31 de março de 1964, os militares e civis golpistas, com a TFP (Tradição Família e Propriedade) insuflaram famílias de classe média a irem às ruas para pedir intervenção e um golpe ocorreu no Brasil, retirando da presidência um líder eleito pelo povo. Até 1985, os Generais que ocuparam o poder torturaram e foram responsáveis por várias mortes de Indígenas. Em 2014 novamente os Generais programaram o golpe, dessa vez por aproximações sucessivas, prendendo Lula, um dos candidatos mais bem cotados para presidente em 2018, e emplacando o Capitão Jair Bolsonaro como cabeça de ponte pela qual mais de 6 mil integrantes das Forças Armadas, da ativa e da reserva, ocuparam cargos civis no governo. Em meio a acusações de genocídio, somando às invasões de Terras Indígenas e a expansão do coronavirus que levou mais de 1000 vidas Indígenas, sente-se no ar a herança genocida da ditadura militar. Vamos analisar os 57 anos do golpe de 1964, quando Generais querem comemorar e o Brasil chora mais de 300 mil mortes pelo COVID-19. Programa de análises da Política Indigenista no Brasil e no mundo com convidados especiais Rodrigo de Medeiros Silva (Advogado Renap), Marcelo Zelic (Armazém Memória) e Fabio Martins (Advogado), com apresentação de Cris Tupan (Assistente Social e Indígena), comentários de Nuno Nunes (Filósofo e Indigenista) e João Maurício Farias (Cientista Social e Indigenista).