
A história dos Povos Indígenas nas Américas é repleta de situações de genocídio, etnocídio e memoricídio, quando a intensão do poder colonizador, além de roubar as terras, é apagar a vida e a memória dos povos oprimidos. As resistência a estes ataques contou com estratégias revolucionárias desde o norte até o sul das Américas, desde os Taino no Caribe que atacaram o acampamento de Colombo em 1492, os Zapatistas no México que negaram projetos coloniais sobre seu território em 1994, e a Marcha das Mulheres Indígenas no Brasil em 2019. Vamos analisar as Revoluções Indígenas como estratégia de resistência contra o genocídio, o etnocídio e o memoricídio com Waldir Rampinelli, professor de História da Universidade Federal de Santa Catarina, especialista em América Latina. Programa de análises da Política Indigenista no Brasil e no mundo com apresentação de Cris Tupan (Assistente Social e Indígena), comentários de Nuno Nunes (Filósofo e Indigenista) e João Maurício Farias (Cientista Social e Indigenista).