
Se está a pensar em despedir aquele colaborador, há uma análise que tem de fazer antes. Normalmente adiamos a conversa até a paciência rebentar, e depois decidimos com a emoção toda à flor da pele. Mas nem toda a pessoa que não atinge resultados devia sair da equipa, nem toda a que atinge devia ficar. Quem decide só pela performance acaba a destruir a cultura que levou anos a construir. Quem decide pela simpatia arrisca o negócio. Neste episódio, partilho a matriz simples que uso para perceber onde está cada pessoa da equipa, o que fazer com cada uma, e quantas oportunidades faz sentido dar antes de tomar a decisão. Bilhetes para o Congresso: academianegociosdesaude.pt/congressospotify