
Outubro terminou deixando um rastro de forte pressão sobre o mercado do milho: em Chicago, as cotações despencaram mais de 10% no mês diante do aumento na oferta americana, movimento que se refletiu diretamente nas praças físicas brasileiras. Por aqui, compradores estão retraídos e produtores cautelosos após as oscilações do câmbio pós-eleição. O agente autônomo de investimentos, João Santaella Neto, projeta para onde apontam os gráficos para novembro, e como o dólar e o clima vão ditar o ritmo da safra.O mercado do milho em Chicago acendeu o sinal de alerta após acumular mais de 17% de queda nos últimos dois meses, praticamente devolvendo os fortes ganhos de agosto. Por trás desse movimento, os grandes fundos de investimento reduziram de forma expressiva suas apostas de alta, enquanto o gráfico mensal coloca as cotações no teste decisivo da média móvel. Joãozinho Grafista analisa os principais suportes, até onde os preços podem recuar ou se há fôlego para uma reação rumo aos 500 cents. de dolar por bushel.