
O feijão volta a registrar forte valorização, no encerramento de outubro, superando os R$300 a saca tanto no Paraná quanto no Noroeste de Minas, impulsionado por entraves climáticos no plantio e na colheita que devem enxugar ainda mais a oferta nos próximos dias. Mas por trás desses números do mercado físico, existe uma pergunta urgente que toda a cadeia produtiva precisa encarar: será que o brasileiro realmente deixou de comer feijão apenas por mudança de hábito, ou a oscilação de preços e a oferta irregular é que estão afastando o prato tradicional da mesa? O presidente do IBRAFE, Marcelo Lüders, traz as cotações atualizadas e ajuda a entender os bastidores dos debates que vão definir o futuro da cultura no país.