
O mercado brasileiro de feijão entra em uma fase decisiva, marcada pela expectativa do impacto das geadas no Paraná e pelo pico da colheita da segunda safra. Enquanto os preços testam o patamar dos R$400, uma mudança silenciosa no campo está redefinindo a comercialização e garantindo melhores margens ao produtor. O presidente do IBRAFE (Instituto Brasileiro do Feijão), Marcelo Lüders, analisa se ainda há fôlego para novas altas e os riscos de tentar adivinhar o topo do mercado.