
Nas últimas décadas, o perfil da pecuária de corte e de leite no Brasil passou por uma transformação profunda. A idade média de abate caiu drasticamente e a taxa de lotação por hectare aumentou, impulsionada por novas tecnologias e pela pressão por eficiência em áreas menores. Contudo, essa evolução esbarra frequentemente na escolha das forrageiras. A tradição e a busca por economia imediata na semente ainda levam pecuaristas a optar por capins superados, abrindo mão de ganhos expressivos em arrobas ou litros de leite. Rafael Mendonça, nosso repórter e produtor, conversou com o pesquisador Marcelo Ayres, da Embrapa Cerrados. Atualmente, ele roda o Brasil com a palestra “Se até o boi mudou, por que seu pasto continua o mesmo?”. Na conversa, ele destaca a necessidade de uma mudança de mentalidade no campo e mostra por que tratar o pasto como genética vegetal de ponta é indispensável para o lucro da atividade. https://youtu.be/ZQcRxLeTDJ4