
O mercado do milho encerrou o mês de setembro sob forte pressão e volatilidade, refletindo a divulgação de relatórios de estoques nos Estados Unidos e a postura cautelosa dos produtores brasileiros na comercialização. Com as cotações rompendo suportes importantes na Bolsa de Chicago e na B3, o setor agropecuário volta suas atenções para o comportamento do clima e a evolução do plantio neste início de outubro. O agente autônomo de investimentos, João Santaella Neto, detalha o balanço de preços nas principais praças do país e analisa os impactos das exportações para a formação das cotações. A divulgação do relatório trimestral de estoques pelo Departamento de Agricultura dos Estados Unidos (USDA) abalou o mercado internacional de grãos e provocou uma forte onda de vendas na Bolsa de Chicago. Com números acima do esperado pelo mercado, o milho sofreu uma queda superior a 3,5%, rompendo suportes importantes e acelerando a realização de lucros por parte dos grandes fundos de investimentos. Joãozinho Grafista explica os impactos da redução de posições dos investidores institucionais e o que os gráficos indicam para os próximos dias.