
Devo viver entre os homens Se sou mais pelo, mais dor Menos garra e menos carne humana? E não tendo armadura E tendo quase muito do cordeiro E quase nada da mão que empunha a faca Devo continuar a caminhada? Devo continuar a te dizer palavras Se a poesia apodrece Entre as ruínas da Casa que é a tua alma? Ai, Luz que permanece no meu corpo e cara: Como foi que desaprendi de ser humana?