
Não vou morrer. Há construções Grafias, mandalas, atalhos A percorrer. Há liames, pontes, Consanguinidade. E tantas coisas tão distantes E tão perto de mim Que hei de passar milênios A separar o equidistante. Há teu corpo. E tua boca A me dizer: vive. Ama-me. Persegue-me. E com tantas delongas Como posso ser uma e ser tão breve?