
Entrevista com a psicóloga e tanatóloga Maria Marta Borges de Freitas Seguindo nosso tema do mês, para falar sobre a morte de uma maneira mais, profunda, reflexiva mas sem romantismo ou filtros sociais, hoje a gente conversou com a psicóloga desde a década de 80 e tanatóloga desde o ano de 2008, Maria Marta Ela, que assim como nós, fala o que precisa ser dito e se doer, lide com isso, afinal, maquiar a dor não ajuda a dor passar, esconde o sintoma e agrava o problema… Fizemos as seguintes perguntas e, o papo fluiu muito naturalmente, ao ponto de nos emocionarmos com uma notícia triste, um dia antes da entrevista, Karime soube do falecimento de um colega de trabalho. Sem falso sensacionalismo, aqui não tem espaço para isso. O que temos é sentimento e a vida exposta, mesmo que não seja agradável (sabemos que fora dos "stories" é uma avalanche que precisamos vencer diariamente) As perguntas foram: 1 - Explica um pouquinho pra gente e pra quem tá ouvindo, o que é tanatóloga e o que é doula da morte. Se é a mesma coisa? Se não é, qual que é a diferença. Explica pra gente... 2 - Na sua opinião, porque as pessoas têm tanta dificuldade de falar sobre a morte? 3 - O que é o luto? E, qual é a diferença do luto de perder alguém, em vida e perder alguém para a morte? 4 - Como você entende a influência da religião na questão da morte e do luto? 5 - Você já atendeu alguém, alguma família de alguma cultura diferente que encara a morte com alegria por exemplo? Tem alguma história inusitada que possa compartilhar… Gostou desse conteúdo? Deixe seu comentário. Não gostou? Comente também, por que, aqui é aberto ao diálogo e todo ponto de vista é bem vindo