
A curiosidade não deveria (jamais), ser interpretada como algo negativo, como algo a ser combatido, ou que deva ser extremamente mediado na infância, por mais que nos sintamos impelidos a querer tutelar sobre o quê uma criança deve, ou não, desenvolver a sua curiosidade. É triste quando verificamos que em muitos momentos atribuímos um sentido à curiosidade, completamente distante daquilo que ela deveria representar para o nosso desenvolvimento.