
Raquel Freire, é artista, escritora, realizadora, ativista, cidadã e mãe. A TRILOGIA "HISTÓRIAS DAS MULHERES DO MEU PAÍS” são testemunhos de vida, de resistência, de dignidade, que nos emocionam, interpelam, que ora nos fazem rir ora nos fazem engolir em seco. São retratos de mulheres reais, mulheres que todos os dias e ao longo da sua vida lutam e lutaram por uma vida melhor e mais igual. Ver estes testemunhos semanalmente na RTP é o mais semelhante e próximo que podemos ter “por serviço público” ao serviço da democracia. Convidar a Raquel Freire para este primeiro bloco de convidados era imperativo para responder à questão “Cultura ao Serviço da Igualdade” Por Vezes, Nem Sempre? A Trilogia Histórias das Mulheres do Meu País, foi criada com apoio à produção da Associação Espaços e o apoio institucional da Secretária de Estado para a Igualdade, Rosa Monteiro. É um retrato plural e multiforme das mulheres que habitam o nosso país: operárias e investigadoras, pescadoras e empregadas de limpeza, agricultoras e cuidadoras, bombeiras e bailarinas, empresárias e escritoras, estudantes e líderes comunitárias, jovens a desbravar terreno no rap ou menos jovens a fazê-lo nas questões ambientais, mulheres trans, mulheres lésbicas, mulheres com diferentes capacidades, mulheres brancas, negras, ciganas. Mulheres. Em cada uma, uma história onde se cruzam múltiplas opressões, em cada sujeito uma singularidade que é também a síntese de múltiplas determinações sociais. No seu conjunto, um retrato do país, das estruturas, das desigualdades, mas também da inteligência, da coragem, da emancipação, da luta pela felicidade.