
Uma imagem que circulou nas redes chamou a atenção: pessoas brincando em gangorras instaladas na fronteira de México e Estados Unidos. A partir dela, e da memória do “muro” na Esplanada dos Ministérios em Brasília, erguida para separar manifestantes políticos pró e anti governo em manifestações durante o impeachment da presidenta Dilma Roussef em 2016, proponho uma reflexão sobre o poder simbólico de imagens de objetos de separação de fronteiras.