
SEGUNDA As máquinas, mortas. Nós, vivos. Logo se inverte a coisa. A fábrica tem fome, passou um dia inteiro de barriga vazia. Então abre suas bocas de catraca e nos seus dentes vamos passando um a um. Dá o sinal: nos mastiga e joga o bagaço fora no fim da jornada. (Golondrina Ferreira)