
Por que não ser positivo? Nesta segunda parte, partimos desta dúvida para conversarmos sobre afetos, expectativas e, sobretudo, responsabilidade. Existe a derrota ou apenas "aprendizados"? Como compreender e lidar com a vida e nossas derrotas desde uma posição esperançosa, de fé? Será que nossa cultura predominantemente judaico-cristã, ou pelo menos muito influenciada por essa ideia, que nos lega um paraíso pós-vida, nos leva a esperar o melhor no futuro? De novo, coaches e empreendedores são invocados no nosso papo para nos atormentarem com uma pergunta imortalmente cretina: somos responsáveis por nossos fracassos?