
Neste labiríntico episódio, nós gastamos todo o nosso latim contornando o problema da honestidade e sinceridade. Há diferença entre essas virtudes? Aliás, são virtudes inquestionáveis ou mesmo essas devem ter limites? Da infância ao inconsciente, do Japão à Lava-Jato, do Palácio do Planalto ao recalque: é possível uma sociedade sem mentiras?