
Se você não tivesse um chefe, como seria? Foi com essa provocação que começamos este episódio.A pergunta toca em algo complexo: será que é possível operar sem chefes – sem perder direção, responsabilidade e resultado? Nesta conversa mostramos que sim. Isso não é teoria; é prática. Pelo menos na EPPO, uma empresa com quase 1.000 colaboradores que vem construindo desde 2013 um modelo de autogestão.Lá, o trabalho acontece em círculos, não em organogramas. As pessoas atuam por papéis— e cada profissional pode assumir quantos papéis fizer sentido. Mas, e aí:Quem decide quando não há chefe?Quem define a estratégia se não existe CEO?Onde fica a responsabilidade individual e coletiva?Como evitar sobrecarga e burnout com tantos papéis?Como funcionam promoções, aumentos e até pedidos de desligamento?Como fica a equiparação salarial?Renata Bussaglia e Talita Agudinho, Analista de Gestão de Pessoal e Especialista em DHO da EPPO, respondem a essas perguntas. Elas exploram o que se ganha — e o que se perde — com o modelo. É um case real, que vale muito a pena conhecer!