
Desenvolvido no Núcleo de Computação Eletrônica da UFRJ há 15 anos, programa permite a pessoas com graves limitações motoras, como tetraplegia, distrofia muscular e paralisia cerebral, operarem computadores. O professor Antônio Borges conta que a ideia surgiu após pedido da mãe de uma jovem atingida por bala perdida. FICHA TÉCNICA: Texto e locução: Eliandra Bussinger. Edição: Gustavo Silveira.