
Que as eleições para presidente nos EUA, com seu enigmático sistema eleitoral de primárias, colégios, delegados e votos antes da hora (que você pode corrigir se mudar de ideia), são bem diferentes de seu paralelo no Brasil todo mundo já deve saber. Que há um respeito quase contagiante pela figura do presidente talvez seja um fato conhecido também. Menos conhecidos, entretanto, são dois outros aspectos da corrida presidencial americana que me chamaram a atenção nesses últimos doze meses entre os crentes americanos—o catastrofismo e as qualificações que se espera do comandante maior da nação. Nesses dois fatores, os cristãos norte-americanos me ofereceram um mau e um bom exemplo. The post Quando a América é grande e os presidenciáveis são pequenos first appeared on Reforma 21.