
O artigo examina a evolução indissociável entre os métodos de imagem e o avanço no diagnóstico das espondiloartrites axiais. A análise busca demonstrar como a ressonância magnética de sacroilíacas transformou a abordagem clínica ao permitir a identificação de lesões precoces, ao mesmo tempo em que exige do reumatologista uma interpretação contextualizada para evitar falsos positivos decorrentes de causas mecânicas ou degenerativas. O artigo foi produzido pelo Dr. Marcelo Pinheiro.