
O artigo, desenvolvido pelos especialistas Eduardo Magalhães, Laurie Kumano e Daniella Baltadakis, estabelece as diretrizes fundamentais para a reabilitação e o manejo não farmacológico das espondiloartrites. O objetivo central é demonstrar que o exercício físico deve ser protagonista no tratamento, sendo essencial para preservar a mobilidade, reduzir a fadiga e garantir a saúde cardiovascular do paciente.