
O medo pode nos proteger, mas também limitar nossas escolhas e nossa participação na vida. A partir do texto Murar o Medo, do escritor moçambicano Mia Couto, reflito sobre os medos que aprendemos, o autoestigma na saúde mental e os muros invisíveis que construímos nas relações e dentro de nós mesmos. Quando antecipamos o pior, muitas vezes nos calamos e deixamos de participar de situações que poderiam abrir caminhos para mudanças. Como reconhecer nossos medos sem permitir que eles decidam por nós?