
A pandemia do Covid-19 assolou a todas e todos no infindável ano de 2020. No norte e no sul global, nos quatro cantos da terra que não é plana, o coronavírus fez transmutar, indistintamente, as práticas sociais da vida humana. Este elemento microscópico alterou as nossas condições de sermos, de estarmos e existirmos nas diversas situações do cotidiano, desde as mais simples como um aperto de mão, até aquelas mais complexas como nos deslocarmos pelas cidades, trabalharmos, nos divertir, descansar e estudar. Diante de tal cenário, sensibilizados pelas incertezas e angústias geradas neste contexto, preocupados com as formas de se garantir o exercício da cidadania e entendendo esta como um mecanismo de preservação das vidas em meio a tamanha barbárie social, sanitária e política, a equipe do Sem Barreiras desenvolveu uma série de quatro programas que versam sobre como algumas manifestações do esporte contemporâneo se organizaram e se expressaram neste período da pandemia. Investigamos não só como tais expressões ocorreram, de modo a apresentar alternativas para o dito "novo normal", mas buscamos junto a nossas fontes entrevistadas prospecções para o fenômeno esportivo e demais práticas corporais. Neste episódio, abertura da série, olhamos para o fenômeno social do lazer e entrevistamos a gestora setorial de equipamentos da Fundação Municipal de Esporte de Campo Grande, no Mato Grosso do Sul, a professora Luana Carla, e a professora titular dos cursos de Educação Física da Universidade Federal do Paraná e coordenadora do Grupo de Estudos e Pesquisas em Lazer, Espaço e Cidade, a professora Simone Rechia. #sembarreirasufms #ufms #covid19 #lazer