
Você não é uma mãe ruim. Você só está cansada. Se você já sentiu alívio quando o bebê dormiu e depois veio a culpa… se já ficou um pouco mais no trabalho só para ter alguns minutos de silêncio… isso não fala sobre falta de amor. Fala sobre limites. Fala sobre um corpo pedindo recuperação. A maternidade foi vendida como um lugar de paciência infinita, gratidão constante e doação sem pausa. Mas amor sem descanso vira sobrevivência. E quando você começa a viver só no modo “aguentar mais um pouco”, a culpa aparece para te empurrar de volta pro mesmo ciclo. A reflexão de hoje é simples, mas pode mudar tudo: Eu não sou uma mãe ruim. Eu sou uma mãe cansada e eu também mereço cuidado. Em vez de se punir, se pergunte com honestidade: do que eu estou precisando agora?