
Fátima Merlin e Sandra Takata Fundadora e membro do conselho do Mulheres do Varejo, atualmente o grupo conta com mais de 7.000 mulheres entre os grupos no Facebook e Linkedin. "O grupo tem como missão a Promoção, construção e disseminação de estratégias, ações e boas práticas que propiciem as condições necessárias para fortalecer o papel e ampliar o poder de gestão da mulher no varejo e na economia, construindo laços, trazendo mais equilíbrio e prosperidade ao varejo, à economia e, portanto, à toda a sociedade." Pesquisa recente da Kellog University, conduzida pelo professor por Brian Uzzi aponta que a forma como conduzimos as nossas redes de networking e sociais produz resultados distintos,se tratados da mesma forma entre os gêneros. A pesquisa conclui que as mulheres que se beneficiam de suas conexões em termos de recolocação profissional. são aquelas que utilizam suas redes de forma mais íntima. Como vocês enxergam o papel de movimentos e grupos como o Mulheres do Varejo neste sentido? O mercado do varejo é reconhecido por uma concorrência voraz e, por vezes, de uma força extremamente masculina. Quando falamos de Liderança Shakti, estamos falando do equilíbrio de forças femininas e masculinas nos negócios. Como vocês enxergam esse equilíbrio no varejo e do papel do Grupo? Voltando ao tema do networking e de lidarmos com nossas conexões de forma íntima, quais ações e preocupações vocês desenvolvem nesse sentido? A liderança feminina é uma conquista que precisamos encarar como uma via de duas mão: uma no sentido das ações afirmativas das empresas e outra do movimento das mulheres para ocupar os cargos de liderança. De que forma o grupo atua nessas duas frentes e quais os avanços que vocês podem pontuar desde a formação do grupo ? Para quem nos ouve não atua no varejo, quais dicas vocês podem dar da experiência do Grupo? Como funciona a parceria com setores estratégicos da sociedade, a ponta final da cadeia de entrega de valores do Grupo?