
Embora associada ao público de elite, a ópera foi um gênero bastante popular em São Paulo no início do século XX. Representada por companhias modestas (as chamadas “líricas populares”) em teatros do centro da cidade ou de bairros operários, ela atraía um público heterogêneo que incluía operários e trabalhadores autônomos, muitos deles italianos. Conversamos com Virgínia Bessa do Instituto de Estudos Brasileiros da USP, Eduardo Sato da Virgínia Tech, Paulo Kühl da Unicamp, Matteo Paoletti da Universidade de Bologna e Mateus Dutra Martins da Unicamp. Apresentação, edição e roteiro: Biancamaria Binazzi. Locuções: Cris Bessa. Leituras dramáticas: Alfredo Bessa Jr.. Finalização de áudio: Emerson Ramos. Trilha sonora original: Gustavo Sarzi. Supervisão: Virgínia Bessa.