
Falámos de terraplanismo, vacinas, “elites escondidas” e outros enredos que se espalham, por exemplo, através das redes sociais. Mais do que desmistificar factos, quisemos perceber porque é que estas narrativas são tão sedutoras: o medo em tempos de incerteza, a necessidade de sentir controlo, a procura de explicações simples para problemas complexos. Falámos de vieses cognitivos, da desconfiança nas instituições e da vontade de pertença a um grupo que “sabe a verdade”. E perguntamos: como cultivar espírito crítico sem cair numa desconfiança total de tudo e de todos? Terminámos com o poema “A Luz de Lisboa” de Nuno Júdice.