
Neste episódio, eu falo sobre limites de uma forma profunda, amorosa e consciente. Sobre a dificuldade de dizer não, o medo de desagradar, o receio de perder pessoas e a tendência, tão comum no feminino, de se colocar em último lugar. Trago reflexões sobre a criança interior, os aprendizados emocionais da infância e a cultura do agradar, além de integrar olhares da psicologia, da filosofia e da medicina integrativa para compreender como o corpo manifesta aquilo que a alma silencia. Com a chegada do Natal, compartilho um convite para atravessar encontros e relações com mais presença, verdade e autorrespeito, lembrando que colocar limites não é afastar, é cuidar. Um espaço para escutar seus sinais internos, se respeitar mais cedo e escolher relações mais inteiras. 🤍