
Vivemos o aumento da discrepância entre riqueza e pobreza extremas com o agravante de uma emergência climática que afetará cada vez mais as populações mais vulneráveis. Urgente se faz mudar as regras do jogo, diminuir o peso de nossa pegada nas montanhas, nos rios, nas florestas e na biodiversidade. Repensar nosso estilo de vida é uma tarefa necessária e imposta também pela nossa responsabilidade em relação às nossas crianças e jovens. Muitos dão sinais de que recusam essa forma de viver que, no ímpeto de lhes agradar, oferecemos. Suprir lacunas com o consumo de coisas inúteis, só aumenta o vazio. Aquilo que gera história e memória, quase sempre, está nas experiências simples, aquelas que só se dão vivendo.