
Pandemia, falta de empregos no comércio e situação degradante de muitos que trabalham. Esses são temas que tem motivado muitas discussões em todo o país. De um lado, quem quer trabalhar e diante da falta de vagas se submete a receber o que o patrão quer pagar. No outro extremo, patrões que só lucram, praticando a desonestidade e pagando abaixo do valor do salário mínimo. E foram esses temas que fomentaram reuniões de procuradores do trabalho aqui em Alagoas, que juntos com fiscais da gerência Regional do Trabalho e Emprego, órgão do governo federal, decidiram ir às ruas para averiguar os valores dos salários pagos a quem conseguiu um emprego durante a pandemia. Numa primeira ação ficou comprovado que diante da falta de perspectivas para os jovens, muitos comerciantes têm transformado gorjetas em salários.