A manutenção inadequada é uma fonte significativa de prejuízo invisível para as empresas, frequentemente subestimada pela gestão. Eles explicam que perdas como paradas não programadas e estoques obsoletos não aparecem nos relatórios financeiros tradicionais, mascarando seu impacto real. O debate defende que a manutenção deve ser vista como um ativo estratégico para a competitividade e sustentabilidade, não apenas um custo. Para reverter esse cenário, sugere medir perdas, digitalizar processos com ferramentas como o Coswin 8i, e integrar a manutenção à estratégia geral da empresa. Em essência, o texto alerta que a má gestão da manutenção pode, silenciosamente, inviabilizar um negócio ao longo do tempo.