Insatisfação comum com a gestão de manutenção nas empresas, questionando se os sistemas atuais realmente otimizam o potencial da área. Ele diferencia controlar da gestão efetiva, destacando que muitos sistemas genéricos não oferecem a visão completa necessária para antecipar falhas e tomar decisões baseadas em dados. O autor argumenta que a manutenção evoluiu para um diferencial competitivo, exigindo ferramentas especializadas, móveis e integradas que permitam proatividade em vez de apenas reação. Por fim, sugere que melhorar a gestão de manutenção é uma decisão estratégica de liderança, que pode ser alcançada através da integração de soluções modernas e focadas