
Nem toda conexão intensa é amor. E se a pessoa que mais mexe com você também estiver despertando uma dor que você conhece há muito tempo? Numa entrevista, perguntaram por que eu havia escolhido um homem tão diferente do padrão físico que esperavam que eu escolhesse. Minha resposta foi simples: “Eu não vi. Eu senti.” A questão é que nem sempre sabemos explicar o que sentimos. Às vezes, uma pessoa desperta carinho, desejo e admiração. Mas também pode despertar um medo antigo: o de não ser escolhida, não ser suficiente ou ser abandonada. Nosso cérebro aprende com as experiências. Por isso, algumas formas de se relacionar podem parecer familiares, mesmo quando nos fazem sofrer. Mas sentir uma conexão intensa não significa que aquela relação seja boa para você. A pergunta não é apenas: “O quanto eu amo essa pessoa?” É também: “Quem eu me torno quando estou nessa relação?” Você se sente livre para ser quem é? Consegue colocar limites? Existe respeito? Na imersão on-line Saindo da Turbulência do Apego, vamos trabalhar o reconhecimento dos padrões que eu chamo de Hologramas de Consciência, para que você quebre esse padrões e caminhe para sair da insegurança emocional. Das 08h30 às 17h30, com até 15 participantes. E me conta: você já confundiu uma conexão intensa com um amor saudável? Salve e compartilhe com alguém que precisa refletir sobre isso. Para ser avisado do lançamento do livro, clique no link 👇 https://anapaulalima.com.br/imersaoapego/ Com amor e sem medo, DONA ANA 💕🌿 Ana Paula da Rocha Lima Psicóloga, CRP-08/15011