
Guilherme Sutili, Líder de Confiabilidade Brasil da Cargill, com 9 anos de casa, começou como estagiário e hoje leva a cultura de confiabilidade a fábricas de biocombustíveis, e conta como sua equipe usa sensores Dynamox desde os primeiros testes, há cerca de 6 anos. Ele revela o desafio que quase virou um problema: assumir três fábricas adquiridas, com equipes resistentes a metodologias como FMEA, e reduzir o custo de manutenção à metade em 3 anos, saindo de 60% de disponibilidade para até 80%. Se inscreva no canal para não perder os próximos episódios do DynaTalks! Na sua planta, a confiabilidade ainda é vista como burocracia ou já virou cultura? Conta pra gente nos comentários como você convenceu (ou está convencendo) o seu time. Fale com um consultor comercial da Dynamox: https://dynamox.net/contact?utm_source=youtube&utm_medium=organic&utm_campaign=podcast&utm_content=ep-guilherme-sutilli Timestamps 00:31 – Boas-vindas e apresentação do convidado 01:12 – Trajetória de Guilherme: de estagiário a líder de confiabilidade da Cargill 08:05 – FMEA é burocracia ou mito? A resistência à confiabilidade 09:40 – Implantando a cultura de confiabilidade em três fábricas adquiridas 10:47 – Os resultados: custo pela metade e disponibilidade de 60% a 80% 13:16 – Por que a Dynamox: um ano de testes com todos os players 15:44 – Peneiras vibratórias e laminadores de soja: soluções feitas sob medida 20:41 – E se a tecnologia da Dynamox acabasse hoje? 21:30 – O futuro da manutenção: IA, integração de dados e o analista de vibração