
O artigo aborda o problema da consciência, distinguindo os aspectos cognitivos mais fáceis de explicar daqueles verdadeiramente difíceis, como a experiência subjetiva. O autor argumenta que os métodos redutivos tradicionais da neurociência e da ciência cognitiva falham ao tentar explicar a origem dos qualia e das sensações internas. Como alternativa, propõe uma abordagem de dualismo naturalista e uma explicação não redutiva, considerando a experiência e a informação como elementos fundamentais da realidade. O texto também introduz princípios psicofísicos, como a coerência estrutural e a invariância organizacional, para conectar os processos físicos do cérebro aos estados conscientes.