
Um corpo quis bater contra o chão, forte, e estrondosamente. A partir desta ação, a paisagem torna-se similar à de uma catástrofe vulcânica. Agitação, explosão, berro, desaparição. Krakatoa, surje como a necessidade política de abordar cenicamente uma ocupação social: quebrar o silêncio público em torno do suicídio. Mais em instavel.pt/krakatoa Entrevista conduzida por: Marta Santos Perguntas: Marta Santos Música de: Rui Dias, integrada na peça "Ballet de Causa Única", de Willi Dorner para a Companhia Instável Edição: Raquel Vinhas