
O que significa acompanhar alguém diante da morte, da perda ou de um momento profundamente exigente? Nos últimos dias, enquanto cuido da recuperação da minha gata Luna, dei por mim a dizer à médica veterinária uma frase muito simples: «Preciso de me sentir acompanhada.» Esta experiência, juntamente com a morte de um cão que testemunhei recentemente no hospital veterinário e com as perdas familiares que vivi no ano passado, levou-me a regressar a uma reflexão que me acompanha há muito tempo: acompanhar não é controlar, acelerar ou resolver a experiência do outro. Neste episódio partilho a forma como a minha relação com a morte se transformou, a importância de acompanhar e de ser acompanhada, um sonho marcante com a imagem de uma vela e aquilo que tenho vindo a compreender através da Escuta Matricial. Conversamos também sobre o luto e as suas diferentes expressões, a culpa, a empatia, a importância da escuta, os pequenos gestos do quotidiano e a possibilidade de continuar a viver sem precisar de apagar a memória de quem partiu. Há ainda espaço para contemplar a linguagem simbólica do Tzolkin, em particular Kimi, e a forma como os símbolos podem acompanhar a nossa reflexão sobre a vida e a morte, sem determinar os acontecimentos. No final, partilho uma pequena prática de escuta: «O que significa acompanhar, hoje?» Não há uma forma universalmente correta de viver o luto. E acompanhar não significa ter sempre uma resposta. Escuta Matricial: sessões individuais de acompanhamento https://www.anataboada.com/_sessoes_individuais_2 Estudos Mayas e Tzolkin https://www.anataboada.com/_astrologia_maya_5 Obrigada por estares desse lado. www.anataboada.com #EscutaMatricial #Luto #Morte #Acompanhamento #Tzolkin #EstudosMayas