
O procurador que “não consegue pagar as contas” e o pão que o Ministério Público sempre tomou da mesa da polícia “Meu nome vai parar no SPC”, lamenta o procurador de Justiça Luiz Roberto Cicogna Faggioni, depois de receber R$ 147 mil líquidos em abril. O mesmo país em que delegado de polícia, investigador e escrivão contavam centavos para fechar o mês, décadas a fio, vê agora um membro do topo da cadeia remuneratória do Estado posar de vítima de injustiça porque o STF ousou limitar penduricalhos a 35% do teto constitucional. Se isso não Mais ajuda...