
O número de pessoas que vivem nas ruas tem crescido no Brasil, principalmente na região Sudeste do País. Com as quedas de temperatura e chegada do inverno, são feitas ações de cuidado paliativos que, apesar de importantes, não resolvem a estrutura do problema. José Luiz Portella, doutor em História Econômica pela Faculdade de Filosofia, Letras e Ciências Humanas da USP, explica que a questão dos moradores de rua não deveria ser tratada como uma coisa só. Essa população é muito diversa e existem diversos fatores que fazem com que essas pessoas estejam em condição de vulnerabilidade. O professor destaca a geração de empregos e moradia como ações primordiais para ajudar pessoas nessas situações. Ele explica que durante a gestão de Alda Marco Antônio como secretária municipal da Assistência e Desenvolvimento Social foram criadas medidas que conseguiram conectar e gerar confiança nessa população. É fundamental que o trabalho seja feito em camadas justamente para atender a todas as necessidades dessas pessoas.